|
Epididimite na Infância: um estudo clínico retrospectivo desenvolvido num período de 5 anos Baruch Klin MD (1), Lev Zlotkevich (1), Tifha Horne MD (2), Yagal Efrati MD (2), Francis Srour MD (1) e Gad Lotan MD (1). Departamentos de 1 - Cirurgia Pediátrica e 2 - Medicina Nuclear, Centro Médico Assaf Harofeh, Zerifin (afiliado à Faculdade de Medicina Sackler, Universidade de Tel Aviv), Israel. Resumo: Antecedentes: A dor escrotal aguda em crianças apresenta um enorme desafio diagnóstico e terapêutico. A epididinite não é considerada uma doença comum na infância. O espectro clínico e a política terapêutica de escroto agudo em crianças tem sido reavaliadas continuamente. Objetivos: Determinar se tem havido um aumento na incidência de epididinite em crianças para advogar uma abordagem cirúrgica mais seletiva para tratamento do escroto agudo. Métodos: Conduzimos uma revisão retrospectiva de 65 crianças admitidas no nosso departamento de cirurgia pediátrica com o diagnóstico de escroto agudo durante um período de cinco anos. Resultados: das 65 crianças admitidas com o diagnóstico de escroto agudo, 42 delas foram diagnosticadas com epididinite (64,6%). Os outros casos incluíam torção dos testículos em 12 pacientes (18,5%), torção do apêndice dos testículos em 5 (7,7%), dor escrotal e mínimas descobertas físicas em 4 (6,1%), e hematoma escrotal e edema escrotal idiopático, cada um e um paciente. Dopler ultra-som da virilha, Dopler ultra-som colorido dos testículos, cintilografia testicular (Tc-99m scan) os exames foram realizados em 49, 30 e 57 ocasiões, respectivamente, a ferramenta mais eficaz foi o Tc-99m scan. Todos os pacientes com epididinite foram diagnosticados antes da intervenção cirúrgica e foram tratados conservadoramente. Conclusões: Observamos um aumento na freqüência da epididinite em crianças admitidas com o diagnóstico de escroto agudo. IMAJ 2001; 3:833-835 Tradução de Pinkus Rozenbojm |